Tendências para o mercado da influência. Cada vez mais é sobre qualidade e não quantidade de seguidores.
- Daniel Martins | @wondanland
- 22 de ago. de 2025
- 1 min de leitura
Acabo de receber o relatório de uma campanha de marketing com influenciadores e os dados são muito interessantes: o influenciador que teve uma das menores visualizações foi quem trouxe um dos maiores resultado de conversão.

E não é assunto novo, o mercado de influência vem passando por muitas mudanças e existem vários cases de super influenciadores que fracassaram ao tentar lançar suas marcas próprias. Tinha visibilidade de sobra, mas não vendia. Onde está o problema?
Moral da história: ser visto não significa que essa pessoa tem a confiança do público para vender um produto.
Sempre faço a analogia de que as páginas de fofoca são as mais engajadas das redes sociais, mas são zero confiáveis e as pessoas sabem disso.
Hoje em dia o jogo não é mais puramente sobre alcance e engajamento, é muito mais sobre posicionamento. E isso é muito mais difícil e demorado de construir. E tem um fator que desmotiva, construir posicionamento não vai ser satisfatório e “dopamínico" a curto prazo, muito pelo contrário, é investimento de recursos a médio e longo prazo.
Deixa eu linearizar minha sugestão para você: invista em posicionamento, a conversão só tende a aumentar, mas também não abra mão de melhorar sua visibilidade. Não adianta ter um bom posicionamento se você não é visto, isso é fato! Aqui temos uma bela balança de pratos para equilibrar, mas com a estratégia certa, é possível.
Aqui na agência, tanto na consultoria, quanto nos projetos de redes sociais, sempre equilibramos esses dois pratos. Solicite o primeiro diagnóstico gratuito pelo WhatsApp.



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