"Você me entende, ou só quer me vender algo?" Valor é contextual, saber quem é seu público-alvo ajuda a tomar ações para aumentar o valor percebido cliente
- Daniel Martins | @wondanland
- 25 de jun.
- 2 min de leitura
Atualizado: 22 de ago.

Falar de valor sem falar de público é como projetar uma casa sem saber quem vai morar nela. Pode até ficar bonita, mas será que alguém vai se sentir em casa?
Muitas marcas ainda operam com a lógica de que “mais alcance = mais resultado”. Mas, na prática, o que isso pode gerar é um gasto desnecessário de recursos, não mais valor.
O valor é sempre o que é percebido. E a percepção tem tudo a ver com repertório, contexto e necessidade.
Um exemplo simples:
R$ 200 por uma camiseta pode parecer caro pra alguém que busca preço baixo, mas pode parecer barato pra quem valoriza design autoral, tecido premium e processo sustentável.
O produto é o mesmo — o que muda é a forma como ele é visto.
É por isso que segmentar importa tanto. Porque quando você identifica quem está do outro lado, consegue calibrar sua proposta, sua linguagem e até o canal em que vai falar.
Uma marca que vende produtos de autocuidado, por exemplo, pode segmentar mulheres de 25 a 35 anos, que moram em capitais e têm uma rotina intensa de trabalho.
Isso ainda é raso.
Agora, se ela descobre que essas mulheres estão em busca de momentos de pausa, têm consumo digital alto e valorizam marcas com propósito, tudo muda.
A comunicação pode deixar de falar de “cremes hidratantes” e passar a oferecer “rituais de reconexão em dias caóticos”.
Esse é o tipo de conexão que constrói valor real, quando a marca parece que lê os seus pensamentos. Essa é uma ação que aumenta o valor percebido pelo cliente e torna a sua oferta irresistível.
Construir valor passa por três decisões estratégicas:
Quem você quer atrair?
Qual problema você resolve pra essa pessoa?
Como sua marca pode ser percebida como a melhor escolha nesse contexto?
É isso que trabalhamos nas consultorias: menos achismo, mais informações e decisões estratégicas. E sem deixar de lado o offline! Nenhuma estratégia de marketing deve ser totalmente pautada no digital, isso é frágil!
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