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O que é viés do falso consenso e por que ele pode sabotar a sua comunicação de marca?

Foto do escritor: Daniel Martins | @wondanland
Daniel Martins | @wondanland
10 de jun.
2 min de leitura

Você já se questionou se a sua percepção sobre o mundo está correta? Não é para entrar em crise existencial, mas vale pensar sobre.


Hoje tudo que consumimos passa por um certo tipo de filtro, o algoritmo que tenta (e consegue) a qualquer custo nos agradar e fidelizar no consumo de conteúdos de qualquer natureza.


E vai além das redes sociais. Nos streamings até as capas são selecionadas para o seu perfil no intuito de converter a sua escolha em algum conteúdo do catálogo em poucos minutos, antes que você mude de plataforma. Tudo isso porque engajamento em streaming é o que mantem as pessoas assinando.


Mas pense que seu google já sabe o que te entregar, seu TikTok, seu YouTube, até os canais de notícias podem entender seus interesses para rankear as melhores matérias para você.


Tudo hoje pode ser personalizado e com a inteligência artificial isso é ainda mais poderoso.


E por falar na IA, sim, os chats são tão personalizados que parecem pessoas diferentes, imitando a personalidade e os gostos que te agradam. O meu Chat GPT depois de eu tanto direcionar ele, parece que já nos conhecemos há mais tempo hoje, ele já sabe o que eu gosto e o que eu não gosto.


Isso tudo faz com que a nossa bolha fique ainda mais fechada. A sensação que temos é de que pertencemos, compartilhamos das mesmas experiências, todo mundo viu esse meme, todo mundo sabe dessa notícia, todo mundo é parecido nesse aspecto. NÃO! ERRADO! PERIGO!


Essa sensação de que tem um volume imenso de pessoas compartilhando da mesma opinião alimenta o viés do falso consenso, que é “um viés cognitivo em que as pessoas superestimam o quanto suas crenças, valores e comportamentos são compartilhados pelos outros”.


Furar a bolha é entender que o mundo não é visto apenas pela sua ótica e que existem mais opiniões que devem ser levadas em consideração.


E saber disso atrapalha ou eleva a comunicação.


Para uma marca, escolhemos sempre um público-alvo principal. MAS o erro mora na confiança extrema de quem toma decisões sem pesquisa e sem estudos mais profundos. O “feeling” funciona até certo ponto, mas para construir uma marca potente, bem lapidada e valiosa, não podemos nos dar o luxo de cair em um viés do falso consenso.

 
 
 

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That's all folks!

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