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Semiótica da linguagem: não é só o que você fala, é como você fala. Todo discurso carrega um tom, mas como se comunicar melhor.

  • Foto do escritor: Luiza Venerando | @luizavenerando_
    Luiza Venerando | @luizavenerando_
  • 5 de jun.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 22 de ago.

Já aconteceu de você tentar dizer algo importante e, mesmo assim, não ser compreendido?


Muitas vezes o problema não está na mensagem em si, mas na forma como ela chega. Tom, ritmo, intenção e escuta moldam o que é dito e o que é sentido.


Na comunicação, a forma também é conteúdo. E ignorar isso é abrir espaço para desgaste e distorções, quando o objetivo é conexão. E isso vale pra tudo: relações, amizades, equipes, atendimento.



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O tom-de-voz


Okay! Mas como se comunicar melhor? Vou te apresentar as principais formas de dividir a linguagem e isso servirá como um guia para se avaliar e traçar uma nova rota.


Na linguagem passiva, evitamos o conflito a qualquer custo. Silenciamos incômodos e cedemos demais, até que nossa presença começa a desaparecer.


Na agressiva, falamos para dominar: a escuta é atropelada, o tom fere, e o vínculo se rompe. Já na variante passivo-agressiva disfarça o conflito com ironias, omissões e indiretas.


A assertividade é o caminho do meio: firmeza sem hostilidade, clareza com empatia. A fala se torna um espaço de escuta, e não de disputa.


Saber falar não é sobre vencer uma conversa, é sobre sustentar o que importa com respeito.


Não adianta ter um bom produto, uma identidade visual marcante e um branding bem desenhado se a linguagem de atendimento é ríspida, se a escuta da equipe é apressada e se o tom das mensagens não continua o que foi construído.


A comunicação de uma marca não está apenas nas redes ou nas campanhas. Ela está no e-mail que chega, na forma como o problema é resolvido, no jeito como o time responde a uma crítica. Ela está, o tempo todo, nas pessoas.


Uma marca é sobre o que ela faz o público sentir.


Falar bem é escutar com intenção. Comunicar não é sobre dizer mais ou menos. É sobre dizer com clareza, responsabilidade e consciência de contexto.


Seja numa conversa íntima ou numa estratégia de marca, tudo o que é dito carrega um código.


Quando falamos com assertividade, escutamos melhor.


Quando falamos com empatia, geramos confiança.


E quando falamos com intenção, criamos vínculo.

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